Fontes do mercado estimam que o caixa municipal possa receber entre R$ 2 bilhões e R$ 2,5 bilhões se todos encontrarem compradores.
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De cachaçaria a prédios históricos como o primeiro cortiço do Brasil, prefeitura do Rio quer vender 324 imóveis
7 de janeiro, por Ricardo Porto -
Encontro Nacional da Indústria da Construção
18 de janeiro de 2024, por Ricardo PortoO ENIC é inovação, conhecimento e network em um só lugar.
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Lançamentos da Cyrela quase triplicam no 1º trimestre, para R$ 3,4 bilhões
10 de abril de 2025, por Ricardo PortoOs lançamentos da construtora CyrelaCotação de Cyrela chegaram a R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre, valor 183% acima do atingido no mesmo intervalo do ano passado. Considerando as permutas, o valor geral de vendas foi de R$ 4,8 bilhões, alta anual de 186%.
Ao fim de março, as vendas líquidas ex-permuta avançaram 34% frente o primeiro trimestre de 2024, totalizando R$ 2,1 bilhões. O indicador de vendas líquidas contratadas subiu 41%, entre os primeiros trimestres de 2024 e 2025, para R$ 3,03 bilhões — sendo R$ 1,5 bilhão oriundos de empreendimentos de alto padrão, R$ 594 milhões de médio padrão e R$ 876 milhões de construções relacionadas ao programa Minha Casa, Minha Vida.
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Vila Clementino: boa para saúde e negócios
2 de agosto de 2024, por Ricardo PortoNão há outro bairro na capital paulista com tamanha concentração concentração de empresas de saúde por metro quadrado da capital paulista: são cerca de 40 hospitais, clínicas e laboratórios em um raio de três quilômetros e algumas referências, como o Hospital São Paulo — Unifesp, o Instituto do Sono, o Hospital do Rim, o São Camilo e o Hospital do Servidor Público Estadual. Além disso, fica a dois quilômetros do Parque do Ibirapuera e a oito da Avenida Paulista, um dos eixos empresariais de São Paulo.
A Cyrela também desembarcou no bairro. Neste ano, lançou o Iconyc Charlie Hotel, em parceria com a empresa-referência em moradia flexível, responsável pela gestão de 146 estúdios e apartamentos do empreendimento. As unidades têm de 25 a 90 metros quadrados, algumas voltadas ao “middle stay”, com permanência mínima de cinco dias.
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Região Portuária começa a receber novos moradores
26 de janeiro de 2025, por Ricardo PortoO Centro e a Região Portuária do Rio estão ganhando novos ares com a conclusão dos empreendimentos vendidos na planta e retrofitados. Depois de um boom de lançamentos, as construtoras começam a entregar as chaves dos imóveis levando uma pegada mais residencial para o local. A expectativa é que novos negócios cheguem a reboque.
A Cury Construtora entregou no ano passado o Praia Formosa, primeiro empreendimento que lançou nessa onda de novos projetos no Porto. Mauá, o segundo, está passando pela última etapa antes de ser entregue aos futuros moradores. O Cais do Valongo, terceiro condomínio lançado na região, tem entrega prevista para o mês que vem. Os três projetos somam 1.240 novas unidades, o que cria um potencial de movimentação incomparável ao que se vê hoje na área, afirma Leonardo Mesquita, vice-presidente da empresa.
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Centros de Rio e Niterói vivem grande expansão imobiliária. Confira ofertas de imóveis na planta
4 de agosto de 2024, por Ricardo PortoTradicionais pelo comércio, as regiões centrais do Rio e de Niterói vivem um momento de expansão imobiliária. De um lado, a revitalização dessas áreas e os investimentos em transporte atraem as construtoras. Do outro, a chance de adquirir imóveis com um bom custo-benefício despertam o interesse dos compradores.
Marcos Saceanu, presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro (Ademi-RJ), acredita que há uma tendência de ocupação das áreas centrais:
— A região é bem dotada de modais de transporte, cultura e comércio, teve décadas de desenvolvimento comercial, mas, depois da pandemia, houve um esvaziamento. Surgiu, então, a necessidade de um equilíbrio entre a oferta residencial e a comercial.
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Paes diz que prefeitura vai desapropriar e pagar a recuperação de casarões abandonados
28 de março de 2025, por Ricardo PortoAutor do discurso de abertura da 1ª edição do GRI Rio 2025, nesta quinta-feira (27), o prefeito Eduardo Paes (PSD) anunciou, no evento, um plano ousado: disse que a prefeitura vai pagar a conta da recuperação dos casarões abandonados, uma das mais antigas mazelas urbanas do Rio de Janeiro.
No evento, muitos empresários — entre eles, os presidentes do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-Rio), Cláudio Hermolin, e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi- RJ), Marcos Saceanu.
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Prefeitura lança programa com incentivos para recuperar imóveis degradados no Centro do Rio
15 de maio de 2025, por Ricardo PortoEm mais um esforço para revitalizar o Centro, a prefeitura lançou, nesta quinta-feira, o Reviver Centro Patrimônio Pró-APAC, programa voltado à requalificação urbana e à recuperação de imóveis degradados localizados na região central da cidade. A iniciativa se insere no mesmo contexto de outras já em andamento — como o próprio Reviver Centro e o Reviver Centro Cultural. A ideia é enfrentar o abandono e a degradação de imóveis, alguns deles de valor histórico cuja situação atual pode representar riscos de desabamento e ameaça o patrimônio cultural. Para isso, o município utilizará mecanismos legais como a desapropriação e a redistribuição fundiária, com o objetivo de transferir esses imóveis, por meio de leilões públicos, a agentes privados, a princípio apenas pessoas jurídicas, que se comprometam com a reforma das construções degradadas.
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Rio de Janeiro: mercado residencial aquece, mas escritórios ainda preocupam
4 de fevereiro de 2025, por Ricardo PortoO mercado imobiliário do Rio de Janeiro vive um contraste evidente: enquanto o segmento residencial mantém um ritmo acelerado de crescimento, impulsionado por programas de revitalização e alta demanda, o setor comercial enfrenta desafios, marcados por elevada vacância e baixa procura por espaços corporativos.
Esse panorama é traçado por players do setor que atuam na capital fluminense e participam do Comitê Imobiliário do Rio de Janeiro do GRI Club.
Cláudio Martins, superintendente executivo de Habitação na Caixa Econômica Federal, está otimista em relação a 2025. Ele destaca o sucesso de iniciativas como o programa Reviver Centro e a revitalização do Porto Maravilha, que vêm atraindo novos moradores e investidores.
“Os empreendimentos na Zona Sul e na Barra da Tijuca seguem cobiçados pelas classes média e alta. Os lançamentos de apartamentos de um e dois quartos apresentam alta liquidez e velocidade de venda, refletindo a forte demanda e o elevado preço por metro quadrado nesses segmentos”, afirma.
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Velhos hotéis cedem lugar a modernos residenciais
23 de março de 2025, por Ricardo PortoBairros tradicionais, como a badalada Copacabana, vivem nova valorização com o lançamento de empreendimentos com unidades compactas, a maioria estúdios de um quarto, que caem como uma luva para o mercado investidor. De quebra, ao aproveitar instalações hoteleiras, muitos prédios já nascem com academia, piscina e amplas áreas comuns.
A soma de todos esses fatores resultou na revitalização do icônico Hotel Glória, rebatizado de Glória Residencial Rio de Janeiro, fruto de uma parceria do Opportunity FII com a Sig Engenharia. Ainda há unidades à venda, inclusive algumas de quatro quartos. O projeto ganhou o Prêmio Ademi-Rio 2022 na categoria Retrofit.