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	<title>ADEMI-RJ</title>
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	<description>Associa&#231;&#227;o de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobili&#225;rio</description>
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		<title>ADEMI-RJ</title>
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		<title>Ranking carioca revela disputa ponto a ponto</title>
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		<dc:creator>Ricardo Porto</dc:creator>


		<dc:subject>destaque News</dc:subject>
		<dc:subject>Mercado imobili&#225;rio do Rio</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Pesquisa do Secovi Rio mostra Ipanema e Centro empatados em unidades lan&#231;adas. Bairros da Zona Oeste est&#227;o no topo.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://ademirj.com.br/30-de-marco-de-2026" rel="directory"&gt;30 de mar&#231;o de 2026&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://ademirj.com.br/mercado-imobiliario-do-rio-11" rel="tag"&gt;Mercado imobili&#225;rio do Rio&lt;/a&gt;

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 <content:encoded>&lt;img src='https://ademirj.com.br/local/cache-vignettes/L150xH86/whatsapp_image_2026-03-30_at_12.49_44-15e80.jpg?1774895155' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='86' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Pesquisa do Secovi Rio mostra Ipanema e Centro empatados em unidades lan&#231;adas. Bairros da Zona Oeste est&#227;o no topo.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Se o mercado imobili&#225;rio de m&#233;dio e alto padr&#227;o (MAP) no Rio fosse um campeonato de futebol, o placar mostraria um jogo truncado no meio da tabela &#8212; daqueles em que ningu&#233;m quer perder posi&#231;&#227;o. O relat&#243;rio &#8220;Lan&#231;amentos &#8212; Cidade do Rio de Janeiro 2025&#8221;, do Secovi Rio, &#233; o VAR dessa partida e confirma: a disputa est&#225; acirrada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na ponta, o trio ofensivo formado por Barra Ol&#237;mpica, Barra e Recreio domina mais de 70% dos lan&#231;amentos (5.985). Logo atr&#225;s, a briga esquenta. Ipanema aparece com 588 unidades, pressionado pelo Centro, que soma 566. S&#227;o apenas 22 im&#243;veis de diferen&#231;a. Na sequ&#234;ncia, vem Copacabana (480), ainda firme no campeonato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E o ranking reserva surpresas dignas de zebra. Botafogo, que come&#231;ou os anos 2020 como o queridinho do mercado, parece ter perdido f&#244;lego e hoje fecha o top 10, com 148 unidades. J&#225; a G&#225;vea fez campanha eficiente e garantiu a s&#233;tima coloca&#231;&#227;o (261), ultrapassando o badalado Leblon (212). A Lapa aparece em nono lugar na tabela (168), consolidando sua presen&#231;a nesse campeonato cada vez mais competitivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O coordenador estat&#237;stico do Secovi Rio, Maur&#237;cio Eiras, ressalta que o n&#250;mero de unidades por lan&#231;amento &#233; sempre menor na Zona Sul, devido ao tamanho dos terrenos, enquanto o Centro tem espa&#231;os para projetos maiores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Centro &#233; visto como um mapa de zonas em transforma&#231;&#227;o pelo presidente do Sinduscon-Rio, Claudio Hermolin: nas imedia&#231;&#245;es da Cinel&#226;ndia e do Aeroporto Santos Dumont, est&#227;o os projetos de perfil mais elevado. J&#225; no entorno da Central do Brasil e da Pra&#231;a Tiradentes, ficam as moradias de m&#233;dio padr&#227;o em projetos de v&#225;rias tipologias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8212; Hoje, o comprador v&#234; o Centro como um salto de qualidade, com mobilidade, oferta cultural e infraestrutura urbana consolidada &#8212; afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atenta a esse movimento, a incorporadora CTV aposta justamente nesse meio de campo e vem ocupando o Centro com projetos como Sal Residencial, Agora Home Boutique e &#193;ureos Studios Boutique. Para a empresa, n&#227;o falta espa&#231;o &#8212; nem demanda: h&#225; um crescimento consistente de produtos desse tipo, o que refor&#231;a a vis&#227;o de que o Centro est&#225; se firmando como nova fronteira residencial e de investimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8212; Estamos desenvolvendo novos projetos com foco no m&#233;dio e longo prazo. O Centro j&#225; se firmou como uma nova fronteira imobili&#225;ria, capaz de absorver diferentes tipologias do segmento MAP, deixando de ser apenas comercial para se consolidar como &#225;rea residencial e de investimento &#8212; afirma Guilherme Moror&#243;, diretor Comercial e de Marketing do Grupo CTV.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, boa parte das unidades ainda vai parar nas m&#227;os de investidores, atra&#237;dos pela liquidez e pelo potencial de valoriza&#231;&#227;o, al&#233;m da forte demanda por loca&#231;&#227;o &#8212; tradicional ou de curta dura&#231;&#227;o. Mas o perfil do comprador come&#231;a a mudar. Cresce o n&#250;mero de moradores finais, sobretudo pessoas que trocam bairros mais distantes por uma rotina mais pr&#225;tica, conectada e pr&#243;xima de tudo: trabalho, transporte, cultura e conveni&#234;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resta saber se esse f&#244;lego ser&#225; suficiente para ultrapassar Ipanema no pr&#243;ximo ranking. A&#237; o jogo muda de n&#237;vel. Com pouca oferta de terrenos e regras urban&#237;sticas mais restritivas, o bairro da Zona Sul naturalmente tem limita&#231;&#245;es, mas mant&#233;m uma demanda s&#243;lida por produtos bem posicionados e com alta liquidez.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo quem est&#225; marcando gols na Zona Sul segue de olho no Centro. &#201; o caso da RJDI, respons&#225;vel pela cole&#231;&#227;o Soul Rio com lan&#231;amentos em Ipanema e Copacabana, que n&#227;o deixa de ficar atenta ao bairro advers&#225;rio. Nesse empate t&#233;cnico, a bola da vez &#233; o est&#250;dio &#8212; a tipologia que virou febre na cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8212; Priorizamos a Zona Sul pela demanda s&#243;lida e pela alta liquidez, mas seguimos atentos a boas oportunidades no Centro, especialmente em &#225;reas bem localizadas e com potencial residencial &#8212; diz Jomar Monnerat, s&#243;cio da RJDI.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class="hyperlien"&gt;Ver online : &lt;a href="https://oglobo.globo.com/conteudo-de-marca/morar-bem/noticia/2026/03/29/ranking-carioca-revela-disputa-ponto-a-ponto.ghtml" class="spip_out"&gt;O Globo / Morar Bem&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
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		<title>Metro quadrado de S&#227;o Crist&#243;v&#227;o deve valorizar como o do Porto Maravilha</title>
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		<dc:creator>Ricardo Porto</dc:creator>


		<dc:subject>destaque News</dc:subject>
		<dc:subject>Mercado imobili&#225;rio do Rio</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Em 2021, o metro quadrado no bairro ficava em cerca de R$ 6 mil, em compara&#231;&#227;o aos R$ 8 mil a R$ 8,5 mil atuais.&lt;/p&gt;

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		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://ademirj.com.br/local/cache-vignettes/L150xH90/whatsapp_image_2026-03-11_at_15.05_49-aee3e.jpg?1773938356' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='90' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Em 2021, o metro quadrado no bairro ficava em cerca de R$ 6 mil, em compara&#231;&#227;o aos R$ 8 mil a R$ 8,5 mil atuais.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;A valoriza&#231;&#227;o do metro quadrado n&#227;o deixa d&#250;vidas sobre o sucesso do Porto Maravilha. &#8220;Em 2021, o metro quadrado na regi&#227;o ficava em torno de R$ 5,5 mil, contra os R$ 9 mil de hoje&#8221;, afirmou o vice-presidente de Fundos de Investimento da Caixa, S&#233;rgio Bini. Ele foi entrevistado pelo presidente do Sindicato da Ind&#250;stria de Constru&#231;&#227;o Civil (Sinduscon-Rio), Cl&#225;udio Hermolin, no primeiro epis&#243;dio do videocast Sinduscast Rio, que foi ao ar nesta segunda-feira, nas principais plataformas de &#225;udio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;Fen&#244;meno semelhante se deu no Centro do Rio. L&#225;, o metro quadrado era cotado a R$ 7,5 mil h&#225; cinco anos e, agora, depois do Reviver Centro, fica na faixa entre R$ 10 mil e R$ 10,5 mil&#8221;, disse Hermolin. O mesmo aumento no valor do metro quadrado &#233; esperado para S&#227;o Crist&#243;v&#227;o, para onde o Porto Maravilha est&#225; se expandindo. Em 2021, o metro quadrado no bairro ficava em cerca de R$ 6 mil, em compara&#231;&#227;o aos R$ 8 mil a R$ 8,5 mil atuais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em outras palavras, quem investiu no Porto Maravilha ou na &#225;rea do Reviver Centro no come&#231;o dos projetos de recupera&#231;&#227;o urban&#237;stica teve ganho real, com o investimento registrando valoriza&#231;&#227;o acima da infla&#231;&#227;o no per&#237;odo. E quem comprou im&#243;vel para morar nas regi&#245;es, pagou mais barato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;Mas quem perdeu esse bonde agora pode pegar o VLT para S&#227;o Crist&#243;v&#227;o&#8221;, brincou Bini, fazendo refer&#234;ncia &#224; inten&#231;&#227;o da Prefeitura do Rio de estender a linha do modal do Aeroporto Santos Dumont para dentro do bairro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um projeto bastante ambicioso com apoio da Caixa, a revitaliza&#231;&#227;o de S&#227;o Crist&#243;v&#227;o prev&#234; 100 mil novas unidades residenciais e 250 mil moradores at&#233; 2064. O primeiro passo j&#225; foi dado, com o lan&#231;amento das primeiras 3,5 mil unidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;No Porto Maravilha foram lan&#231;adas mais de 15 mil unidades, sendo que 90% delas j&#225; est&#227;o vendidas&#8221;, destacou Bini. Na regi&#227;o do Centro do Rio abarcada pelo Reviver Centro, esse n&#250;mero chega a 3,3 mil unidades, segundo Hermolin.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8220;O vetor do crescimento imobili&#225;rio na cidade mudou. Hoje, a regi&#227;o que tem mais lan&#231;amentos no Rio &#233; o Porto Maravilha. E, em pouco tempo, vamos ver o Porto e S&#227;o Crist&#243;v&#227;o brigando por esse p&#243;dio&#8221;, resumiu o presidente do Sinduscon-Rio. &#8220;Uma briga boa, que retroalimenta um ciclo virtuoso&#8221;, completou o vice-presidente da Caixa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com Bini, se algu&#233;m pensa em morar no Porto Maravilha? Clica em &lt;a href=&#034;http://www.vemparaoporto.com.br&#034; class=&#034;spip_url spip_out auto&#034; rel=&#034;nofollow external&#034;&gt;www.vemparaoporto.com.br&lt;/a&gt;. Quer vender um terreno em S&#227;o Crist&#243;v&#227;o? Clica l&#225; tamb&#233;m. Quer montar uma creche? Ou saber os empreendimentos que j&#225; foram lan&#231;ados nas duas regi&#245;es? Esse &#233; o endere&#231;o. Lan&#231;ado pela Caixa, o site re&#250;ne todas as informa&#231;&#245;es sobre o Porto Maravilha e o bairro de S&#227;o Crist&#243;v&#227;o. &#8220;O site inclui, ainda, simula&#231;&#245;es de financiamentos, no caso de compradores finais. Ou da quantidade de Cepacs (Certificados de Potencial Adicional de Constru&#231;&#227;o) necess&#225;rias para construir, no caso dos incorporadores&#8221;, explicou o vice-presidente da Caixa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para quem ainda duvida que o Porto Maravilha deixou de ser um sonho e se tornou realidade, ele conta sobre uma das &#250;ltimas reuni&#245;es do Comit&#234; de Investimentos da Caixa. Na ocasi&#227;o, os executivos do banco analisaram o empreendimento de uma incorporadora que at&#233; ent&#227;o n&#227;o havia constru&#237;do no Porto, de um supermercado para a &#225;rea, e de outro empreendimento a ser erguido em S&#227;o Crist&#243;v&#227;o. &#8220;N&#227;o estamos vendendo Cepacs, &#233; oportunidade real&#8221;, disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;At&#233; agora, j&#225; foram entregues 3 mil unidades residenciais no Porto Maravilha. &#8220;E outras 1,7 mil ser&#227;o entregues este ano&#8221;, afirmou Bini. &#8220;&#201; um sucesso incontest&#225;vel. Lembro de visitar o estande de uma incorporadora em 2024, uma semana antes do Carnaval no Rio, e ficar perplexo com a quantidade de gente l&#225; dentro buscando informa&#231;&#245;es sobre os im&#243;veis&#8221;, contou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Bini, o Porto Maravilha &#233;, hoje, refer&#234;ncia para o mundo inteiro. &#8220;&#201; a revitaliza&#231;&#227;o de uma &#225;rea dez vezes maior que Puerto Madero, em Buenos Aires, na Argentina&#8221;, comparou. &#8220;Uma &#225;rea com infraestrutura j&#225; instalada, onde as pessoas podem morar mais perto do trabalho e se valer do transporte p&#250;blico, usando menos o carro, o que significa n&#227;o s&#243; qualidade de vida como tamb&#233;m sustentabilidade&#8221;, acrescentou Hermolin.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas os novos moradores dessa regi&#227;o v&#227;o experimentar n&#227;o s&#243; o f&#225;cil acesso aos modais de transporte (VLT, metr&#244;, trem e a proximidade com o Terminal Gentileza), como tamb&#233;m de lazer. &#8220;S&#227;o diversos equipamentos culturais: Roda Gigante, AquaRio, Cais do Valongo, Quinta da BoaVista&#8230; Quem est&#225; chegando para viver no Porto vai experimentar n&#227;o s&#243; uma revitaliza&#231;&#227;o imobili&#225;ria, mas toda uma nova qualidade de vida&#8221;, afirmou o presidente do Sinduscon.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class="hyperlien"&gt;Ver online : &lt;a href="https://monitormercantil.com.br/metro-quadrado-de-sao-cristovao-deve-valorizar-como-o-do-porto-maravilha/" class="spip_out"&gt;Monitor Mercantil&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Valor m&#233;dio do metro quadrado no Centro do Rio subiu 13,3% em 2025 e fechou o ano em R$ 3,6 mil</title>
		<link>https://ademirj.com.br/valor-medio-do-metro-quadrado-no-centro-do-rio-subiu-13-3-em-2025-e</link>
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		<dc:creator>Ricardo Porto</dc:creator>


		<dc:subject>destaque News</dc:subject>
		<dc:subject>Mercado imobili&#225;rio do Rio</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Um dos anos mais &#8220;movimentados&#8221; do Reviver Centro desde o in&#237;cio do programa culminou em alta no setor imobili&#225;rio na regi&#227;o central do Rio.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://ademirj.com.br/4-de-marco-de-2026" rel="directory"&gt;4 de mar&#231;o de 2026&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://ademirj.com.br/mercado-imobiliario-do-rio-11" rel="tag"&gt;Mercado imobili&#225;rio do Rio&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://ademirj.com.br/local/cache-vignettes/L150xH82/whatsapp_image_2026-03-04_at_12.48_08-e7044.jpg?1773938356' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='82' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Centro foi o sexto bairro mais que mais cresceu no setor imobili&#225;rio carioca em 2025.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Um dos anos mais &#8220;movimentados&#8221; do Reviver Centro desde o in&#237;cio do programa culminou em alta no setor imobili&#225;rio na regi&#227;o central do Rio. O valor m&#233;dio do metro quadrado no Centro fechou o ano em R$ 3,6 mil &#8212; o que representa um aumento de 13,3% em rela&#231;&#227;o ao ano anterior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dados s&#227;o de levantamento da plataforma Bel Radar. Mesmo com o aumento, o metro quadrado na regi&#227;o segue bem menor do que a m&#233;dia geral do munic&#237;pio, que foi de R$ 6,3 mil no ano passado, segundo a pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o aumento na oferta e no pre&#231;o m&#233;dio de im&#243;veis no Centro, o volume de transa&#231;&#245;es e neg&#243;cios fechados do setor tamb&#233;m cresceu e fechou o ano em 5,8 mil, de acordo com o levantamento. O n&#250;mero &#233; quase tr&#234;s vezes maior do que o de 2020, para fins de compara&#231;&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2025, o n&#250;mero de licen&#231;as emitidas pela secretaria municipal de Desenvolvimento Urbano para o Reviver Centro foi 137% maior do que o de 2024.&lt;br class='autobr' /&gt;
Apesar de aumento no Centro, bairros das zonas Oeste e Sudoeste foram os que mais se valorizaram&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O aumento deixou o Centro na sexta posi&#231;&#227;o entre os bairros que mais cresceram no setor imobili&#225;rio no Rio. O topo da lista ficou com Guaratiba, na Zona Oeste, e Vargem Pequena, na Sudoeste. Em 2025, esses foram os dois bairros cariocas que mais viram o metro quadrado se valorizar, segundo a pesquisa, levando em conta a m&#233;dia ponderada por volume de transa&#231;&#245;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Guaratiba, o pre&#231;o m&#233;dio subiu 49,5% e ficou em R$ 2,9 mil. J&#225; em Vargem Pequena, o aumento percentual do valor foi de 36,4%, fechando o ano em R$ 3,6 mil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ranking destaca os bairros que mais cresceram; em termos dos mais movimentados no setor imobili&#225;rio, a Zona Sul, que j&#225; tinha os maiores pre&#231;os e volume de transa&#231;&#245;es da cidade, continuou como o principal da capital no ano passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com informa&#231;&#245;es do portal &#8220;Metro Quadrado&#8221;.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class="hyperlien"&gt;Ver online : &lt;a href="https://temporealrj.com/valor-metro-quadrado-centro-rio-subiu/" class="spip_out"&gt;Tempo Real RJ&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Centro do Rio tem alta de 13,3% no metro quadrado e lidera valoriza&#231;&#227;o na cidade</title>
		<link>https://ademirj.com.br/centro-do-rio-tem-alta-de-13-3-no-metro-quadrado-e-lidera-valorizacao</link>
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		<dc:creator>Ricardo Porto</dc:creator>


		<dc:subject>destaque News</dc:subject>
		<dc:subject>Mercado imobili&#225;rio do Rio</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;De volta, ainda que em ritmo mais moderado, ao patamar observado antes da pandemia, o Centro do Rio registrou uma das maiores valoriza&#231;&#245;es imobili&#225;rias da cidade em 2025.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://ademirj.com.br/6-de-marco-de-2026" rel="directory"&gt;6 de mar&#231;o de 2026&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://ademirj.com.br/destaque" rel="tag"&gt;destaque News&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ademirj.com.br/mercado-imobiliario-do-rio-11" rel="tag"&gt;Mercado imobili&#225;rio do Rio&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://ademirj.com.br/local/cache-vignettes/L150xH100/whatsapp_image_2026-03-06_at_11.40_12-1e9a9.jpg?1773938356' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='100' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;De volta, ainda que em ritmo mais moderado, ao patamar observado antes da pandemia, o Centro do Rio registrou uma das maiores valoriza&#231;&#245;es imobili&#225;rias da cidade em 2025. O pre&#231;o m&#233;dio do metro quadrado subiu 13,3%, chegando a R$ 3,6 mil, segundo levantamento divulgado pelo portal Metro Quadrado, com base em dados da plataforma imobili&#225;ria Bel Radar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O percentual coloca a regi&#227;o como a sexta que mais avan&#231;ou na cidade no per&#237;odo. Ainda assim, o valor m&#233;dio segue abaixo da m&#233;dia geral do Rio, estimada em R$ 6,3 mil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al&#233;m da alta nos pre&#231;os, o volume de transa&#231;&#245;es tamb&#233;m cresceu. O n&#250;mero de neg&#243;cios no Centro chegou a 5,8 mil em 2025, patamar superior ao registrado cinco anos antes, indicando aumento de liquidez e retomada gradual do interesse de compradores.&lt;br class='autobr' /&gt;
Avan&#231;o do Reviver Centro&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a an&#225;lise publicada pelo portal, o Centro passa por um processo de ressignifica&#231;&#227;o. Historicamente voltada ao uso corporativo, a regi&#227;o perdeu protagonismo a partir de 2015 e 2016, em meio &#224; retra&#231;&#227;o econ&#244;mica e aos desdobramentos da Opera&#231;&#227;o Lava Jato sobre grandes empresas instaladas na &#225;rea. A pandemia aprofundou esse esvaziamento, com aumento da vac&#226;ncia e queda na atratividade para novos projetos comerciais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A mudan&#231;a de rumo come&#231;ou em 2021, com a cria&#231;&#227;o do programa Reviver Centro, que passou a incentivar a convers&#227;o de pr&#233;dios comerciais em residenciais e a estimular retrofits. A combina&#231;&#227;o entre pre&#231;os ainda competitivos e altera&#231;&#227;o no perfil de ocupa&#231;&#227;o ajudou a destravar parte da demanda reprimida. O programa acaba de atingir a marca de 7 mil unidades habitacionais na regi&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &#225;rea de abrang&#234;ncia cobre quase seis quil&#244;metros quadrados e inclui os bairros do Centro, Lapa, Santo Cristo, Gamboa e Sa&#250;de. Em 2025, o n&#250;mero de licen&#231;as emitidas pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano para projetos enquadrados no Reviver foi 137% superior ao registrado em 2024.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class="hyperlien"&gt;Ver online : &lt;a href="https://diariodorio.com/centro-do-rio-tem-alta-de-133-no-metro-quadrado-e-lidera-valorizacao-na-cidade/" class="spip_out"&gt;Di&#225;rio do Rio / Mercado Imobili&#225;rio&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Rio vive nova corrida por lajes corporativas</title>
		<link>https://ademirj.com.br/rio-vive-nova-corrida-por-lajes-corporativas</link>
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		<dc:date>2026-03-01T16:03:00Z</dc:date>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Ricardo Porto</dc:creator>


		<dc:subject>destaque News</dc:subject>
		<dc:subject>Mercado imobili&#225;rio do Rio</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Demanda aquecida pela ocupa&#231;&#227;o presencial em alta impulsiona novos projetos &#8216;triple A' em &#225;reas estrat&#233;gicas da Zona Sul.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://ademirj.com.br/2-de-marco-de-2026" rel="directory"&gt;2 de mar&#231;o de 2026&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://ademirj.com.br/destaque" rel="tag"&gt;destaque News&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ademirj.com.br/mercado-imobiliario-do-rio-11" rel="tag"&gt;Mercado imobili&#225;rio do Rio&lt;/a&gt;

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 <content:encoded>&lt;img src='https://ademirj.com.br/local/cache-vignettes/L150xH88/whatsapp_image_2026-03-02_at_11.45_48-da580.jpg?1773938356' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='88' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Demanda aquecida pela ocupa&#231;&#227;o presencial em alta impulsiona novos projetos &#8216;triple A' em &#225;reas estrat&#233;gicas da Zona Sul.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;O mercado corporativo do Rio vive um ponto de inflex&#227;o. Levantamento da CBRE, empresa internacional de servi&#231;os e investimentos imobili&#225;rios comerciais, mostra que 86% das empresas j&#225; operam com ocupa&#231;&#227;o presencial acima de 71% &#8212; avan&#231;o relevante frente aos 70% de 2023 e aos 82% de 2024. Ainda mais expressivo &#233; o salto das companhias com trabalho presencial superior a 91%, que passaram de 49% para 81% em 2025. O retorno ao escrit&#243;rio se consolidou como pr&#225;tica dominante, reativando din&#226;micas urbanas e valorizando endere&#231;os estrat&#233;gicos da cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse movimento pressiona o estoque de lajes. Dados da JLL indicam que o mercado de escrit&#243;rios encerrou 2025 com a menor vac&#226;ncia em 11 anos. Nos projetos de alto padr&#227;o (A e A+), a taxa m&#233;dia de espa&#231;os vagos caiu para 26,5%, ante 31% no fim de 2024 e mais de 38% no auge da pandemia. Com raros lan&#231;amentos e demanda em alta, o cen&#225;rio torna-se mais competitivo &#8212; e aquele que se antecipa tende a garantir &#225;reas e condi&#231;&#245;es melhores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem passa por Ipanema j&#225; v&#234; esse aquecimento de perto. Na esquina da Visconde de Piraj&#225; com a Garcia d'&#193;vila, tapumes anunciam as obras do Garcia 111, novo empreendimento corporativo triple A do bairro. Com mais de 30 mil metros quadrados de &#225;rea constru&#237;da e 19 pavimentos-tipo, o projeto ter&#225; lobby com p&#233; direito triplo e rooftop com vista para a praia e a lagoa. As lajes corporativas poder&#227;o chegar a 1,3 mil metros quadrados por andar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8212; O segmento de lajes corporativas no Rio vive um momento de recupera&#231;&#227;o, com procura mais acentuada na Zona Sul, no Centro e na Barra da Tijuca. E h&#225; espa&#231;o para projetos bem posicionados, com padr&#227;o t&#233;cnico elevado, efici&#234;ncia e alinhamento &#224;s demandas contempor&#226;neas das empresas &#8212; afirma o gestor do Opportunity FII, Marcelo Naidich.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os bons neg&#243;cios encerram um ciclo dif&#237;cil, iniciado em 2020 com a chegada da pandemia de coronav&#237;rus, que consolidou o modelo de home office. Quando o trabalho presencial retomou o f&#244;lego, muitos escrit&#243;rios no Centro j&#225; haviam sido convertidos em residenciais, no embalo do programa Reviver Centro. Foi quando as incorporadoras voltaram seus olhos para os bairros da Zona Sul e encontraram oportunidades at&#233; em locais em que n&#227;o estavam procurando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A hist&#243;ria do Visconde Corporate Boutique (VCB), na Rua Visconde de Piraj&#225;, &#233; bem ilustrativa. Em 2023, a Balassiano Engenharia adquiriu e demoliu o antigo Hotel San Marco com a inten&#231;&#227;o de construir ali um residencial de est&#250;dios. Ao mesmo tempo, a construtora buscava um espa&#231;o para se instalar e n&#227;o encontrou nada dispon&#237;vel com aproximadamente 250 metros quadrados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8212; Decidimos adaptar o projeto para lajes corporativas ao identificar uma demanda reprimida. Como nasceu da nossa pr&#243;pria necessidade de ter uma sede, o pr&#233;dio j&#225; responde &#224;s &#8220;dores&#8221; dos colaboradores: tem um elevador extra para evitar filas e geradores que garantem acesso e conectividade ininterrupta &#8212; afirma Gabriel Pecly, respons&#225;vel por Novos Neg&#243;cios da Balassiano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No vizinho Leblon, a gestora de investimentos alternativos HSI, em parceria com a SIG, desenvolve o Rythme Leblon. Retrofit do pr&#233;dio que abrigava a antiga sede da Oi, na Rua Humberto de Campos, o empreendimento passa por um processo de moderniza&#231;&#227;o com aprimoramento da infraestrutura, reconfigura&#231;&#227;o das lajes e atualiza&#231;&#227;o completa dos sistemas. S&#227;o 12 andares, com lajes flex&#237;veis, que poder&#227;o variar de 200 a 1,49 mil metros quadrados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8212; Foi uma oportunidade para desenvolver um ativo ic&#244;nico e muito dif&#237;cil de replicar na Zona Sul. O resultado &#233; um pr&#233;dio triple A em um bairro com demanda muito forte e oferta concentrada em edif&#237;cios antigos &#8212; observa o s&#243;cio-diretor de Real Estate Private Equity da HSI, Bruno Greve.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class="hyperlien"&gt;Ver online : &lt;a href="https://oglobo.globo.com/conteudo-de-marca/morar-bem/noticia/2026/03/01/rio-vive-nova-corrida-por-lajes-corporativas.ghtml" class="spip_out"&gt;O Globo / Morar Bem&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Im&#243;vel da Padaria Rio-Lisboa, no Leblon, entra no radar de construtoras e &#233; avaliado em R$ 30 milh&#245;es</title>
		<link>https://ademirj.com.br/imovel-da-padaria-rio-lisboa-no-leblon-entra-no-radar-de-construtoras</link>
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		<dc:date>2026-02-17T17:23:00Z</dc:date>
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		<dc:creator>Ricardo Porto</dc:creator>


		<dc:subject>destaque News</dc:subject>
		<dc:subject>Mercado imobili&#225;rio do Rio</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;A padaria fica na Avenida Ataulfo de Paiva, perto da praia e da esta&#231;&#227;o Antero de Quental.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://ademirj.com.br/23-de-fevereiro-de-2026" rel="directory"&gt;23 de fevereiro de 2026&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://ademirj.com.br/destaque" rel="tag"&gt;destaque News&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ademirj.com.br/mercado-imobiliario-do-rio-11" rel="tag"&gt;Mercado imobili&#225;rio do Rio&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://ademirj.com.br/local/cache-vignettes/L150xH84/whatsapp_image_2026-02-23_at_14_28.00-87201.jpg?1773944108' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='84' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;A padaria fica na Avenida Ataulfo de Paiva, perto da praia e da esta&#231;&#227;o Antero de Quental.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;O endere&#231;o da Padaria Rio-Lisboa, no Leblon, pode virar assunto quente fora do balc&#227;o. O im&#243;vel onde funciona a casa, na Avenida Ataulfo de Paiva, 1030, entrou no radar do mercado imobili&#225;rio. No setor, a conversa &#233; que duas construtoras estariam de olho no espa&#231;o, avaliado em torno de R$ 30 milh&#245;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Rio-Lisboa &#233; daquelas padarias que viraram refer&#234;ncia de bairro. Fundada em 1943, guarda caracter&#237;sticas antigas e segue como ponto conhecido numa das &#225;reas mais disputadas da Zona Sul, perto da praia e da esta&#231;&#227;o Antero de Quental.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al&#233;m do b&#225;sico de padaria, confeitaria e mercearia, o lugar tem mesas para consumo no local. E tem seus &#8220;cl&#225;ssicos&#8221; que atravessam gera&#231;&#245;es no Leblon: p&#227;o Petr&#243;polis, misto quente com ovo, e o frango assado com batata bolinha que costuma aparecer nos fins de semana.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class="hyperlien"&gt;Ver online : &lt;a href="https://diariodorio.com/imovel-da-padaria-rio-lisboa-no-leblon-entra-no-radar-de-construtoras-e-e-avaliado-em-r-30-milhoes/" class="spip_out"&gt;Di&#225;rio do Rio / Mercado Imobili&#225;rio&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Disputa por escrit&#243;rios de alto padr&#227;o no Centro do Rio esquenta e pressiona por novos retrofits</title>
		<link>https://ademirj.com.br/disputa-por-escritorios-de-alto-padrao-no-centro-do-rio-esquenta-e</link>
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		<dc:date>2026-02-12T15:45:00Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Ricardo Porto</dc:creator>


		<dc:subject>destaque News</dc:subject>
		<dc:subject>Mercado imobili&#225;rio do Rio</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Movimento pressiona pre&#231;os, impulsiona retrofit de pr&#233;dios antigos e atrai empresas interessadas em ocupar &#225;reas estrat&#233;gicas da regi&#227;o central.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://ademirj.com.br/13-de-fevereiro-de-2026" rel="directory"&gt;13 de fevereiro de 2026&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://ademirj.com.br/destaque" rel="tag"&gt;destaque News&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ademirj.com.br/mercado-imobiliario-do-rio-11" rel="tag"&gt;Mercado imobili&#225;rio do Rio&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://ademirj.com.br/local/cache-vignettes/L150xH100/whatsapp_image_2026-02-13_at_12.30_54-c79df.jpg?1773938356' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='100' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Movimento pressiona pre&#231;os, impulsiona retrofit de pr&#233;dios antigos e atrai empresas interessadas em ocupar &#225;reas estrat&#233;gicas da regi&#227;o central.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;A redu&#231;&#227;o da oferta de grandes lajes corporativas no Centro do Rio j&#225; come&#231;a a pressionar empresas que buscam escrit&#243;rios de alto padr&#227;o, segundo an&#225;lise do mercado imobili&#225;rio corporativo. O desmonte do sistema de home office &#233; uma tend&#234;ncia internacional e como o Rio possui poucos pr&#233;dios comerciais do mais alto padr&#227;o &#8211; conhecidos como Triple A no jarg&#227;o dos corretores do setor &#8211; as empresas que v&#234;m retornando ao modo tradicional de trabalhar est&#227;o baixando o n&#237;vel de exig&#234;ncia para escolher suas novas sedes. Levantamentos citados pelo portal Metro Quadrado mostram que, enquanto a procura por espa&#231;os cresce com a crescente retomada do trabalho presencial, o estoque dispon&#237;vel est&#225; cada vez mais limitado, principalmente em pr&#233;dios classificados como Triple A.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em mat&#233;ria de dezembro, o DI&#193;RIO mostrou que enquanto endere&#231;os como Leblon e Botafogo se tornam cada vez mais inacess&#237;veis para quem busca espa&#231;o corporativo, o Centro do Rio reaparece no mapa das empresas: pr&#233;dios reformados, transporte abundante e alugu&#233;is muito mais baixos acabaram convertendo a regi&#227;o em op&#231;&#227;o real para 2026. Agora, dados da imobili&#225;ria americana CBRE, uma das maiores do mercado de escrit&#243;rios fora do pa&#237;s, indicam que a cidade acumula nada menos que seis trimestres consecutivos de absor&#231;&#227;o l&#237;quida positiva, refletindo maior ocupa&#231;&#227;o dos escrit&#243;rios. Esse movimento tem reduzido rapidamente a vac&#226;ncia dos empreendimentos mais modernos e com grandes &#225;reas cont&#237;nuas, consideradas as mais disputadas pelas empresas.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&#034;spip&#034;&gt;Estoque restrito pressiona mercado corporativo&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Segundo o departamento de im&#243;veis comerciais da tradicional S&#233;rgio Castro Im&#243;veis, a vac&#226;ncia de espa&#231;os corporativos na regi&#227;o da orla de Botafogo, Centro, Gl&#243;ria e Flamengo est&#225; em torno de 7,5%, um n&#237;vel considerado restritivo para quem busca novas loca&#231;&#245;es. Em compara&#231;&#227;o, a vac&#226;ncia m&#233;dia em pr&#233;dios de alto padr&#227;o na Zona Sul e no Centro segundo o levantamento &#233; de cerca de 20,5%, ao passo que, quando se considera o estoque total de edif&#237;cios comerciais no Centro &#8211; incluindo im&#243;veis mais antigos, a vac&#226;ncia chega a 56% &#8212; um indicador claro de oferta ainda significativa de espa&#231;o dispon&#237;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Grande parte dos espa&#231;os ainda dispon&#237;veis no Centro est&#225; concentrada em edif&#237;cios mais antigos, entregues at&#233; 2011. J&#225; empreendimentos mais recentes apresentam n&#237;veis pr&#243;ximos da ocupa&#231;&#227;o total. No conjunto desses pr&#233;dios de alto padr&#227;o, o estoque &#233; estimado em cerca de 300 mil metros quadrados, com vac&#226;ncia de aproximadamente 18,7%, segundo os dados da CBRE, mais otimistas que da sua concorrente carioca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre as poucas movimenta&#231;&#245;es recentes de grande porte, um dos &#250;ltimos espa&#231;os corporativos dispon&#237;veis foi locado pelo Nubank. Como foi dado em primeira m&#227;o pelo DI&#193;RIO DO RIO, a institui&#231;&#227;o financeira vai ocupar cerca de 7 mil metros quadrados em um edif&#237;cio Triple A na Rua S&#227;o Bento. O pr&#233;dio apresentava vac&#226;ncia pr&#243;xima de 50% at&#233; o terceiro trimestre de 2025 e, com a nova ocupa&#231;&#227;o, a taxa caiu para cerca de 18%, conforme estimativas da consultoria Newmark, outra empresa gringa especializada em escrit&#243;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A expans&#227;o do banco integra um movimento de consolida&#231;&#227;o f&#237;sica da empresa, mas tamb&#233;m evidencia a limita&#231;&#227;o de op&#231;&#245;es para grandes opera&#231;&#245;es corporativas no Centro. Ao contr&#225;rio de outras capitais, onde h&#225; oferta de pr&#233;dios novos em larga escala, o mercado carioca depende de um estoque mais restrito e com menor ritmo de lan&#231;amentos. Recentemente, a regi&#227;o recebeu o inovador retrofit do edif&#237;cio Alian&#231;a da Bahia, a mais nova op&#231;&#227;o de alto padr&#227;o pra escrit&#243;rios na regi&#227;o Central. Localizado a poucos metros de um dos maiores estacionamentos subterr&#226;neos da cidade, o pr&#233;dio tem destacada fachada modernista e andares de 1000m2, e &#233; praticamente todo movido a energia solar. Ainda h&#225; outros pr&#233;dios mais modernos que se encontram dispon&#237;veis, mas em geral com metragens menores, como o Pal&#225;cio Vigia, na rua da Quitanda, com andares de 340m2.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Especialistas avaliam que o cen&#225;rio pode abrir espa&#231;o para novos ciclos de desenvolvimento imobili&#225;rio na Regi&#227;o Central, caso incorporadoras avancem com projetos de novos escrit&#243;rios. A procura &#233; grande; segundo informa&#231;&#245;es do mercado, s&#243; a Defensoria P&#250;blica do Rio busca mais de 25.000m2 para loca&#231;&#227;o, e a Marinha do Brasil estaria atr&#225;s de nada menos que 30.000m2 na regi&#227;o Central. Mesmo assim, a avalia&#231;&#227;o &#233; que os valores de loca&#231;&#227;o, embora em alta, ainda n&#227;o sustentam uma retomada consistente de novas constru&#231;&#245;es no curto prazo, at&#233; por conta da grande vac&#226;ncia nos pr&#233;dios mais antigos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Propriet&#225;rios tradicionais e hist&#243;ricos de im&#243;veis no Centro do Rio &#8212; como irmandades, confrarias e institui&#231;&#245;es religiosas &#8212; tamb&#233;m passaram a investir de forma consistente na requalifica&#231;&#227;o de seus ativos imobili&#225;rios, acompanhando a mudan&#231;a de ciclo da regi&#227;o e buscando competir em condi&#231;&#245;es reais com os edif&#237;cios mais modernos e com a ambi&#234;ncia corporativa da Zona Sul. Um exemplo emblem&#225;tico &#233; a Vener&#225;vel Liga dos Devotos de Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores, que &#233; propriet&#225;ria de um andar inteiro de aproximadamente 420 metros quadrados no moderno edif&#237;cio Pa&#231;o do Ouvidor, na Rua do Ouvidor, n&#186; 161 &#8212; voltado para a esquina com as ruas Uruguaiana e Gon&#231;alves Dias, a poucos metros da Confeitaria Colombo e com acesso imediato ao metr&#244; da Uruguaiana. O pavimento foi integralmente reformado pela confraria cat&#243;lica, incorporando padr&#245;es atuais de uso corporativo, e conta ainda com um terra&#231;o de cerca de 150 metros quadrados, com vista privilegiada para o Centro hist&#243;rico do Rio de Janeiro. Historicamente conhecidos pela dificuldade de mobiliza&#231;&#227;o para investir em im&#243;veis recebidos por doa&#231;&#227;o, esses propriet&#225;rios institucionais come&#231;am agora a rever essa postura, impulsionados pela revitaliza&#231;&#227;o do Centro e pela sua consolida&#231;&#227;o, novamente, como um grande polo de neg&#243;cios, servi&#231;os e atividades corporativas da cidade. &#8220;N&#227;o tem jeito, se n&#227;o estiver perfeito n&#227;o aluga&#8221;, lamenta Sylvia Assump&#231;&#227;o, secret&#225;ria da Liga, que pede R$ 20 mil por m&#234;s pelo andar (incluindo condom&#237;nio e IPTU) &#8212; valor que j&#225; chegou a R$ 50 mil mensais no passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro fator que tem influenciado a queda da vac&#226;ncia &#233; a redu&#231;&#227;o do estoque total da cidade. Em 2025, nove edif&#237;cios corporativos deixaram o mercado de escrit&#243;rios ap&#243;s serem convertidos para outras finalidades, como empreendimentos hoteleiros, sem contar as convers&#245;es e retrofits, como ocorreu no caso do pr&#233;dio da Mesbla, e deve ocorrer no antigo pr&#233;dio da UNISYS, na Lapa.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class="hyperlien"&gt;Ver online : &lt;a href="https://diariodorio.com/disputa-por-escritorios-de-alto-padrao-no-centro-do-rio-esquenta-e-pressiona-por-novos-retrofits/" class="spip_out"&gt;Di&#225;rio do Rio / Mercado Imobili&#225;rio&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>BTG dobra aposta em im&#243;veis com assinatura de grife: R$ 845 milh&#245;es com marca da Artefacto no Ilha Pura</title>
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		<dc:creator>Ricardo Porto</dc:creator>


		<dc:subject>destaque News</dc:subject>
		<dc:subject>Mercado imobili&#225;rio do Rio</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;A grife brasileira de decora&#231;&#227;o e design Artefacto vai assinar seu primeiro empreendimento imobili&#225;rio de grande porte no Rio, em projeto que refor&#231;a a estrat&#233;gia do BTG Pactual para avan&#231;ar no segmento de im&#243;veis de luxo da cidade.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://ademirj.com.br/11-de-fevereiro-de-2026" rel="directory"&gt;11 de fevereiro de 2026&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://ademirj.com.br/mercado-imobiliario-do-rio-11" rel="tag"&gt;Mercado imobili&#225;rio do Rio&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://ademirj.com.br/local/cache-vignettes/L150xH88/whatsapp_image_2026-02-11_at_12.51_11-3a240.jpg?1773938357' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='88' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;A grife brasileira de decora&#231;&#227;o e design Artefacto vai assinar seu primeiro empreendimento imobili&#225;rio de grande porte no Rio, em projeto que refor&#231;a a estrat&#233;gia do BTG Pactual para avan&#231;ar no segmento de im&#243;veis de luxo da cidade. O lan&#231;amento ficar&#225; no Ilha Pura, bairro planejado comprado pelo banco de Andr&#233; Esteves em 2024 e no qual o BTG j&#225; havia lan&#231;ado, no ano passado, um projeto com a Ornare &#8212; outra marca badalada (e internacionalizada) da decora&#231;&#227;o brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O empreendimento, cujo nome ainda n&#227;o foi revelado, ter&#225; Valor Geral de Venda (VGV) inicialmente estimado em pelo menos R$ 845 milh&#245;es. Ser&#227;o quatro torres, com 544 unidades de tr&#234;s ou quatro quartos e plantas entre 118 e 280 metros quadrados. A primeira fase deve ser lan&#231;ada j&#225; em abril, e a segunda, no ano que vem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como todos os projetos do Ilha Pura, os pr&#233;dios j&#225; estavam de p&#233;, mas o BTG far&#225; uma reforma para dar uma nova cara ao empreendimento. A Artefacto &#8212; que, al&#233;m do Brasil, mant&#233;m lojas em Nova York e na Fl&#243;rida &#8212; vai mobiliar toda a &#225;rea comum do condom&#237;nio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8212; Nossa estrat&#233;gia &#233; trazer o conceito de &#8220;branded residences&#8221; de maneira mais acess&#237;vel, que caiba no bolso. O plano &#233; atrair grandes marcas brasileiras com nome internacional, como hav&#237;amos feito com a Ornare. Conseguimos atrair a Artefacto, e os s&#243;cios abra&#231;aram o projeto &#8212; afirma Ricardo Cardoso, s&#243;cio do BTG.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class=&#034;spip&#034;&gt;Estrat&#233;gia&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O empreendimento ser&#225; o quarto e &#250;ltimo lan&#231;ado pelo BTG Pactual dentro do desenho original do Ilha Pura, que foi erguido para ser a Vila dos Atletas das Olimp&#237;adas de 2016. O banco j&#225; lan&#231;ou os projetos Ellos (90% vendido), Astra e Oro (ambos com segunda fase por lan&#231;ar).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&#8212; Esgotados esses projetos, temos espa&#231;o para erguer empreendimentos &#8220;greenfield&#8221; (constru&#237;dos do zero) com a Carvalho Hosken &#8212; observou Cardoso, acrescentando que o banco j&#225; vendeu mais de R$ 1 bilh&#227;o em apartamentos no Ilha Pura de 2024 para c&#225;. &#8212; Compramos o Ilha Pura em uma aposta na valoriza&#231;&#227;o. Lan&#231;amos o Ellos a R$ 8,2 mil o metro quadrado; na semana passada, a nova torre do Oro j&#225; batia R$ 14 mil por metro.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class="hyperlien"&gt;Ver online : &lt;a href="https://oglobo.globo.com/blogs/capital/post/2026/02/btg-dobra-aposta-em-imoveis-com-assinatura-de-grife-r-845-milhoes-com-marca-da-artefacto-no-ilha-pura.ghtml" class="spip_out"&gt;O Globo / Capital&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Santo Cristo surpreende e lan&#231;a mais de 3,4 mil unidades residenciais em 2025</title>
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		<dc:date>2026-02-04T15:51:00Z</dc:date>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Ricardo Porto</dc:creator>


		<dc:subject>destaque News</dc:subject>
		<dc:subject>Mercado imobili&#225;rio do Rio</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;O bairro da Zona Portu&#225;ria liderou vendas de im&#243;veis no Centro do Rio e concentra mais de 20 empreendimentos em constru&#231;&#227;o.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://ademirj.com.br/6-de-fevereiro-de-2026" rel="directory"&gt;6 de fevereiro de 2026&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://ademirj.com.br/destaque" rel="tag"&gt;destaque News&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ademirj.com.br/mercado-imobiliario-do-rio-11" rel="tag"&gt;Mercado imobili&#225;rio do Rio&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://ademirj.com.br/local/cache-vignettes/L150xH112/whatsapp_image_2026-02-06_at_13.38_30-e7633.jpg?1773944108' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='112' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;O bairro da Zona Portu&#225;ria liderou vendas de im&#243;veis no Centro do Rio e concentra mais de 20 empreendimentos em constru&#231;&#227;o.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;O bairro de Santo Cristo, na Zona Portu&#225;ria do Rio, consolidou em 2025 um dos movimentos mais intensos do mercado imobili&#225;rio da Regi&#227;o Central. Foram lan&#231;adas 3.420 unidades residenciais ao longo do ano, com 2.460 im&#243;veis vendidos, o que representa uma taxa de absor&#231;&#227;o de 71,9%. Os dados s&#227;o do Secovi Rio, sindicato que representa condom&#237;nios, administradoras, imobili&#225;rias e incorporadoras da cidade. Segundo o levantamento, o bairro aparece atualmente como o principal polo de expans&#227;o residencial na Regi&#227;o Portu&#225;ria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O avan&#231;o acompanha um processo iniciado em 2021, quando foi lan&#231;ado o primeiro empreendimento residencial na &#225;rea. Desde ent&#227;o, o n&#250;mero de projetos cresceu de forma acelerada e hoje o bairro re&#250;ne mais de 20 condom&#237;nios residenciais em constru&#231;&#227;o, al&#233;m de empreendimentos j&#225; inaugurados e em fase de entrega das chaves aos moradores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O desempenho do Santo Cristo ocorre em um cen&#225;rio mais amplo de transforma&#231;&#227;o urbana na Regi&#227;o Central. Apesar de manter demanda por moradia, o conjunto da &#225;rea registrou retra&#231;&#227;o no volume de novos projetos em 2025. No ano anterior, haviam sido lan&#231;adas 788 unidades, com 720 vendas e taxa de absor&#231;&#227;o de 91,4%. J&#225; em 2025, os lan&#231;amentos ca&#237;ram para 568 unidades e as vendas somaram 467, resultando em absor&#231;&#227;o de 82,2%. Mesmo com a desacelera&#231;&#227;o geral, o &#237;ndice ainda &#233; considerado elevado e aponta continuidade do interesse pelo mercado residencial no Centro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O crescimento populacional projetado para a Zona Portu&#225;ria tamb&#233;m tem estimulado o surgimento de novos projetos comerciais e servi&#231;os, que tendem a acompanhar a chegada dos moradores. Dados da Associa&#231;&#227;o de Supermercados do Estado do Rio indicam que a regi&#227;o central possui atualmente 14 unidades do setor, com expectativa de amplia&#231;&#227;o da rede varejista nos pr&#243;ximos anos diante do aumento da demanda residencial.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class="hyperlien"&gt;Ver online : &lt;a href="https://diariodorio.com/santo-cristo-surpreende-e-lanca-mais-de-34-mil-unidades-residenciais-em-2025/" class="spip_out"&gt;Di&#225;rio do Rio / Mercado Imobili&#225;rio&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
		
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	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Apartamentos Compactos x Preconceito: uma resist&#234;ncia &#224; mudan&#231;a social</title>
		<link>https://ademirj.com.br/apartamentos-compactos-x-preconceito-uma-resistencia-a-mudanca-social</link>
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		<dc:date>2026-01-29T15:36:00Z</dc:date>
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		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Ricardo Porto</dc:creator>


		<dc:subject>destaque News</dc:subject>
		<dc:subject>Mercado imobili&#225;rio do Rio</dc:subject>

		<description>&lt;p&gt;Um artigo do engenheiro Ot&#225;vio Grimberg, da SIG Engenharia, critica o discurso contra apartamentos compactos e aponta que a rejei&#231;&#227;o, vendida como &#8220;t&#233;cnica&#8221;, esconde resist&#234;ncia social, em meio a mudan&#231;as demogr&#225;ficas e regras do Plano Direto.&lt;/p&gt;

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&lt;a href="https://ademirj.com.br/30-de-janeiro-de-2026" rel="directory"&gt;30 de janeiro de 2026&lt;/a&gt;

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&lt;a href="https://ademirj.com.br/destaque" rel="tag"&gt;destaque News&lt;/a&gt;, 
&lt;a href="https://ademirj.com.br/mercado-imobiliario-do-rio-11" rel="tag"&gt;Mercado imobili&#225;rio do Rio&lt;/a&gt;

		</description>


 <content:encoded>&lt;img src='https://ademirj.com.br/local/cache-vignettes/L150xH109/whatsapp_image_2026-01-30_at_11.13_19-53da8.jpg?1774045860' class='spip_logo spip_logo_right' width='150' height='109' alt=&#034;&#034; /&gt;
		&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Um artigo do engenheiro Ot&#225;vio Grimberg, da SIG Engenharia, critica o discurso contra apartamentos compactos e aponta que a rejei&#231;&#227;o, vendida como &#8220;t&#233;cnica&#8221;, esconde resist&#234;ncia social, em meio a mudan&#231;as demogr&#225;ficas e regras do Plano Direto.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;No debate sobre os apartamentos compactos, tem ganhado for&#231;a um discurso que se apresenta como t&#233;cnico, mas que na pr&#225;tica &#233; profundamente ideol&#243;gico: o de que esse tipo de moradia afetaria o tr&#226;nsito, a qualidade de vida e a &#8220;voca&#231;&#227;o&#8221; de determinados bairros, descritos como familiares, pacatos e homog&#234;neos. &#192; primeira vista, a cr&#237;tica parece razo&#225;vel. Mas, olhando com mais aten&#231;&#227;o, fica claro que ela n&#227;o se sustenta em dados urbanos consistentes, e sim em uma resist&#234;ncia &#224; mudan&#231;a social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apartamento compacto n&#227;o &#233; problema urbano, &#233; escolha. Escolha de quem prefere morar perto do trabalho, reduzir deslocamentos, viver com mais praticidade e aproveitar melhor a cidade. Tratar esse modelo como amea&#231;a &#233; ignorar transforma&#231;&#245;es reais nos modos de vida contempor&#226;neos e tentar preservar artificialmente um padr&#227;o urbano excludente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse comportamento tem nome: NIMBY, &#8220;Not In My Back Yard&#8221;. &#201; o discurso de quem diz apoiar uma cidade moderna, diversa e inclusiva, desde que essa diversidade n&#227;o chegue &#224; sua rua, ao seu quarteir&#227;o, ao seu entorno imediato. Defende-se a cidade para os outros, mas n&#227;o para perto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Al&#233;m disso, o preconceito embutido nesse discurso sequer se sustenta do ponto de vista econ&#244;mico. Os apartamentos compactos localizados em &#225;reas valorizadas do pr&#243;prio bairro s&#227;o vendidos a pre&#231;os de metro quadrado elevados e superiores aos praticados por unidades maiores na mesma regi&#227;o, o que afasta a ideia de &#8220;moradia popular disfar&#231;ada&#8221;. Ao contr&#225;rio, trata-se de produtos imobili&#225;rios voltados a um p&#250;blico que escolhe localiza&#231;&#227;o, efici&#234;ncia e estilo de vida, e que paga caro por isso. Esse movimento responde a uma mudan&#231;a demogr&#225;fica real: dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&#237;stica (IBGE) indicam que o n&#250;mero de pessoas morando sozinhas &#233; um dos que mais cresce no pa&#237;s. Diante dessa demanda, o mercado imobili&#225;rio apenas ajusta a sua oferta, desenvolvendo unidades menores, funcionais e bem localizadas, compat&#237;veis com quem n&#227;o busca grandes metragens, mas praticidade e qualidade urbana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamb&#233;m n&#227;o procede o argumento de que o aumento do n&#250;mero de moradores, por si s&#243;, prejudicaria a qualidade de vida do bairro ou causaria colapso no tr&#226;nsito. Essa afirma&#231;&#227;o n&#227;o encontra respaldo na realidade urbana do Rio de Janeiro. Exemplos consolidados como o Condom&#237;nio Village S&#227;o Conrado, com nove blocos de 25 pavimentos cada, o Condom&#237;nio Selva de Pedra, no Leblon, com cerca de 40 edif&#237;cios entre 13 e 17 andares, o Condom&#237;nio Morada do Sol, em Botafogo, com sete torres de 25 pavimentos e o bairro planejado Pen&#237;nsula, na Barra, com 65 torres e com mais de 5.000 unidades residenciais, demonstram que empreendimentos residenciais de alta densidade n&#227;o geram, por si s&#243;, impactos significativos nas &#225;reas adjacentes. N&#227;o h&#225; hist&#243;rico de problemas estruturais de tr&#226;nsito na entrada ou na sa&#237;da desses condom&#237;nios, justamente porque a din&#226;mica residencial &#233; distribu&#237;da ao longo do dia. Diferentemente de equipamentos como escolas, shoppings ou grandes eventos, moradores n&#227;o entram e saem todos ao mesmo tempo, o que dilui naturalmente qualquer impacto vi&#225;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As cr&#237;ticas &#224;s cozinhas compactas e &#224; aus&#234;ncia de g&#225;s seguem a mesma l&#243;gica. S&#227;o apresentadas como preocupa&#231;&#227;o com qualidade, mas revelam uma vis&#227;o desatualizada e elitista do morar. Em grande parte dos Estados Unidos, refer&#234;ncia internacional em padr&#227;o residencial, o uso de g&#225;s em cozinhas &#233; exce&#231;&#227;o. Predominam solu&#231;&#245;es el&#233;tricas ou por indu&#231;&#227;o, mais seguras, eficientes e alinhadas com pr&#225;ticas contempor&#226;neas de sustentabilidade. Cozinhas menores refletem escolhas de estilo de vida, n&#227;o perda de padr&#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra preocupa&#231;&#227;o recorrente levantada por moradores vizinhos &#233; a possibilidade de loca&#231;&#227;o por temporada nessas unidades. Essa cr&#237;tica parte de um equ&#237;voco conceitual. A eventual exist&#234;ncia desse tipo de loca&#231;&#227;o n&#227;o &#233; um problema do entorno ou do bairro, mas uma quest&#227;o interna de cada condom&#237;nio. O morador que adquire a unidade conhece previamente as regras da conven&#231;&#227;o e assume os riscos inerentes ao uso permitido do im&#243;vel. Se a conven&#231;&#227;o admite a loca&#231;&#227;o por temporada, eventuais impactos decorrentes dessa escolha dizem respeito exclusivamente aos moradores e n&#227;o aos vizinhos. Al&#233;m disso, esse modelo atende a uma demanda real, atrai investidores, amplia a oferta de hospedagem e contribui para o turismo urbano, gerando circula&#231;&#227;o econ&#244;mica e arrecada&#231;&#227;o para a cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro ponto frequentemente invocado nesse debate &#233; o chamado &#8220;direito de vizinhan&#231;a&#8221;, como se os impactos de um empreendimento fossem ignorados pelo poder p&#250;blico. Essa premissa &#233; simplesmente falsa. No munic&#237;pio do Rio de Janeiro, nenhum projeto &#233; aprovado sem passar por uma rigorosa e sucessiva an&#225;lise de impactos, conduzida por diferentes &#243;rg&#227;os t&#233;cnicos, cada um dentro de sua compet&#234;ncia espec&#237;fica. No campo vi&#225;rio, o empreendimento &#233; submetido &#224; avalia&#231;&#227;o da CET-Rio, que analisa o impacto no sistema vi&#225;rio do entorno e, sempre que identifica qualquer sobrecarga potencial, exige a ado&#231;&#227;o de medidas mitigadoras. Do ponto de vista ambiental, o projeto passa pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, que avalia poss&#237;veis impactos ambientais e imp&#245;e condicionantes t&#233;cnicas para assegurar que n&#227;o haja danos ao meio ambiente. A an&#225;lise urban&#237;stica &#233; conduzida pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento (SMDU), respons&#225;vel pelo planejamento urbano da cidade e pelo licenciamento dos empreendimentos, verificando a estrita conformidade do projeto com o Plano Diretor, a legisla&#231;&#227;o urban&#237;stica e as normas de uso e ocupa&#231;&#227;o do solo. J&#225; os aspectos patrimoniais s&#227;o examinados pelo Instituto Rio Patrim&#244;nio da Humanidade (IRPH), que avalia eventuais interfer&#234;ncias sobre bens preservados ou tombados no entorno. Em outras palavras, antes de qualquer licen&#231;a ser concedida, o projeto enfrenta uma verdadeira bateria de avalia&#231;&#245;es t&#233;cnicas, sendo ajustado, condicionado ou mitigado para que cause o menor impacto poss&#237;vel &#224; vizinhan&#231;a. Sustentar que empreendimentos regularmente licenciados desconsideram o direito de vizinhan&#231;a &#233; desconhecer, ou deliberadamente ignorar, o pr&#243;prio funcionamento do sistema de licenciamento urbano do Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse ponto, &#233; relevante destacar a posi&#231;&#227;o institucional do presidente da C&#226;mara Municipal do Rio de Janeiro, Carlos Caiado, que tem ressaltado publicamente a amplitude e a legitimidade do processo de aprova&#231;&#227;o do Plano Diretor. Segundo ele, a C&#226;mara e a Prefeitura discutiram o Plano Diretor ao longo de dois anos e meio, per&#237;odo em que foram realizadas mais de 30 audi&#234;ncias p&#250;blicas em todas as regi&#245;es da cidade, com participa&#231;&#227;o aberta de associa&#231;&#245;es de moradores, entidades de classe e da sociedade em geral. Caiado lembra ainda que, em nenhuma dessas audi&#234;ncias ou em qualquer outro momento do debate urban&#237;stico, houve registro de mobiliza&#231;&#227;o de moradores do Leblon com o objetivo de impedir mudan&#231;as que alegadamente afetariam as &#8220;caracter&#237;sticas pacatas e familiares&#8221; do bairro. Para o presidente da C&#226;mara, uma vez aprovadas ap&#243;s amplo debate democr&#225;tico, as regras urban&#237;sticas devem ser respeitadas, n&#227;o podendo empreendimentos regularmente licenciados ser inviabilizados por press&#245;es localizadas ou mobiliza&#231;&#245;es pontuais, sob pena de se comprometer a seguran&#231;a jur&#237;dica da cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fundo, o inc&#244;modo n&#227;o est&#225; na metragem do apartamento, nem no tipo de cozinha, nem em impactos urbanos reais. O inc&#244;modo nasce da falsa impress&#227;o sobre o perfil e o n&#237;vel social de quem opta por esse tipo de moradia, como se o tamanho do im&#243;vel fosse indicador de renda, comportamento ou valor social. O que se tenta preservar n&#227;o &#233; o bairro, mas um determinado recorte social idealizado. O problema n&#227;o &#233; o apartamento compacto.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class="hyperlien"&gt;Ver online : &lt;a href="https://diariodorio.com/apartamentos-compactos-x-preconceito-uma-resistencia-a-mudanca-social/" class="spip_out"&gt;Di&#225;rio do Rio / Mercado Imobili&#225;rio&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
		
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