Centro do Rio em alta: Cores do Rio acelera a ocupação residencial da região
em Diário do Rio, 1º/abril
Projeto inovador atrai novos moradores e marca uma nova fase na urbanização da cidade.
A busca por moradia, especialmente para os cariocas, sempre levou em consideração um fator bem interessante e que pesa na hora da compra de qualquer imóvel: a localização estratégica. Viver em um bairro com fácil acesso, onde é possível fazer tudo a pé, contar com a infraestrutura de transporte e ainda ter acesso a um comércio e serviços de qualidade, é o sonho quase impossível de se realizar no Rio, principalmente com os altos valores praticados na Tijuca e na Zona Sul. Não é papo de vendedor, não. O Centro do Rio tem se mostrado uma opção cada vez mais atrativa. E, em tempos de transformação urbana, a região vem redescobrindo sua vocação.
Durante décadas, a “cidade” — como é chamada no linguajar popular do carioca — foi vista, em grande parte, como um local exclusivamente comercial, com poucas opções de moradia. Foi difícil virar a chave e mudar a perspectiva do morador do Rio. Isso começou ainda durante o primeiro mandato do prefeito Eduardo Paes, que engatilhou a requalificação da área. O sucesso do projeto de revitalização do Porto Maravilha, lançado há mais de dez anos, foi o primeiro passo para resgatar a vocação residencial do Centro, que foi “arrancada” de lá com as reformas urbanísticas do início do século XX, tempos em que o bairro foi transformado em um modelo europeu de centro de negócios. Os únicos núcleos remanescentes com moradias, de forma bem ampla, foram o Morro da Conceição, o Bairro de Fátima e a Lapa.
No embalo do Programa Reviver, o Centro voltou a atrair os olhares das incorporadoras cariocas. O impacto desse movimento será visto ainda neste ano. Nos próximos 12 meses, mais de seis mil pessoas devem escolher o bairro como seu novo lar, com a implementação da segunda fase do programa. Até agora, 47 projetos foram licenciados ou estão em processo de aprovação, somando mais de 2.800 unidades residenciais lançadas, sendo grande parte delas localizadas entre a Praça Mauá e a Praça XV. Desse total, 2.240 unidades já foram efetivamente vendidas, com 54% das compras feitas por famílias com renda de até dez salários-mínimos. Embora muito procurada por investidores, 65% dos compradores são moradores. Isso garante uma ocupação mais consistente da região, que tem ainda 35% das unidades vendidas para investidores.
O grande segredo do sucesso? A localização. O Centro do Rio oferece o melhor em termos de infraestrutura urbana no Rio. O maior leque de opções de transporte do país: trem, metrô, VLT, BRT, ônibus, barcas — pode escolher à vontade. É o coração logístico da cidade, com conexão direta aos mais diferentes bairros. Colírio para os olhos de quem precisa cruzar o Rio para trabalhar ou se divertir. Para se ter uma ideia, a maior parte dos novos moradores vem da Zona Norte (39%) e da Zona Oeste (23%), mas também há um bom número vindo da Baixada Fluminense (16%) e até mesmo da Zona Sul (4%). A expectativa é que cerca de 3.600 pessoas deixem de fazer longos deslocamentos diários — impacto direto na mobilidade da cidade.
Primeiro e grande acerto
Na lista dos 13 residenciais já lançados, quem pode esbanjar o título de pioneira e com louvor é a W3 Engenharia — construtora consolidada do eixo Zona Sul – Tijuca e que foi a primeira a apostar na Região Central sob as bases do programa Reviver. Desde o final do ano passado, a empresa cumpriu com o prazo e tirou do papel o Cores do Rio, residencial coladinho à antiga sede do jornal O Globo, próximo do Sambódromo e da Lapa. A vantagem de estar a poucos metros de pontos estratégicos, como o Campo de Santana, a estação de metrô e o comércio farto da Rua Riachuelo — que incluem mercados e feiras livres — é a ‘cereja do bolo’. A localização ainda se beneficia da proximidade do Batalhão de Choque – que proporciona segurança adicional à região – e da IDOMED, faculdade de medicina inaugurada na Av. Presidente Vargas.
O projeto tem como diferencial a flexibilidade nas opções de moradia — são muitos os perfis de moradores. Há estúdios e apartamentos de até 2 quartos, todos com varanda e vista para rua — modelo que lembra bem os residenciais da Zona Sul. O empreendimento também oferece academia, espaço gourmet, coworking e salas de reunião.
Outro atrativo do Cores do Rio são as vantagens financeiras, como a baixa taxa condominial e os benefícios fiscais do Programa Reviver Centro, incluindo redução de ITBI e IPTU, conforme a Lei nº 6.999.
A ocupação do Centro do Rio por novos moradores sinaliza uma mudança na dinâmica da região, impulsionada tanto pelo incentivo do poder público quanto pelo crescimento da demanda por moradias bem localizadas. Com as últimas unidades à venda, o Cores do Rio representa não apenas um novo empreendimento imobiliário, mas um passo significativo na transformação urbana da cidade.
Agora, animada com a demanda da região, a construtora amplia seu foco e passa a mirar a alguns metros dali, no “desejado” Bairro de Fátima, onde está construindo o Cores de Fátima. Foi o primeiro lançamento da Avenida Nossa Senhora de Fátima após 40 anos, via de maior valorização do mercado imobiliário do Centro.
Investir no Centro: uma decisão estratégica
Otto Schroeder, que comprou uma das unidades do Cores do Rio com foco em investimento, é um exemplo claro do potencial da área. “O Centro é um ponto estratégico. Em minutos você está em bairros como Tijuca, Laranjeiras, Botafogo, na Glória. Conheço a construtora há muito tempo e sabia que investir ali seria uma boa oportunidade. Com a mobilidade que a região oferece e o preço acessível, fiz um excelente negócio. Já tenho interessados tanto para vender quanto para alugar meu apartamento”, diz ele.
A mudança na ocupação do Centro do Rio está diretamente ligada à transformação urbana da cidade. Flávio Wrobel, da W3 Engenharia, explica que o objetivo vai além de simplesmente oferecer imóveis: “Aproximar as pessoas dos locais onde trabalham e incentivar o aproveitamento da infraestrutura urbana existente traz impactos positivos tanto no âmbito social quanto ambiental. Estamos criando uma cidade mais inclusiva e respeitosa com todos os seus moradores, novos e antigos.”
O retorno ao Centro
Após anos de expansão rumo ao extremo Oeste do Rio, muitos moradores agora enfrentam os desafios da distância e redescobrem as vantagens de viver no coração da cidade. Mas o retorno já está em curso. O Centro do Rio, que antes mal figurava no top 15 dos lançamentos imobiliários, agora já aparece entre os três bairros com maior volume de vendas e lançamentos no mercado. Um salto impressionante de 2021 para cá.
“O centro é um polo cultural. Eu queria estar cercada dessa efervescência depois de tantos anos isolada pela covid e pela maternidade. Notei que houve um boom nessa área, com abertura de novos bares e restaurantes. É ao lado da Glória, que renasceu com a feira e a praia, que agora está própria para o banho. A valorização da herança africana na nossa cidade também transformou espaços como o Largo da Prainha. Pra mim, que sou mãe de uma menina de 3 anos, é uma grande oportunidade de apresentar um pouco dessa história num simples passeio.” conta a jornalista Beatriz Cruz, uma das novas moradoras do Cores do Rio e entusiasta do Centro: “É a melhor experiência possível. Me sinto segura aqui e consigo me deslocar rapidamente para qualquer outra parte da cidade, graças à diversidade de opções de transporte que a área oferece. A Rua Irineu Marinho, apesar de ser no coração do centro do Rio, é arborizada e bem tranquila nos fins de semana. Além disso, o design moderno do empreendimento também me chamou atenção”, finaliza.
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