Terreno da antiga sede da 3ª Gerência de Conservação, no Leblon, será leiloado pela prefeitura do Rio com lance mínimo de R$ 29 milhões no dia 26 de agosto.
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Mercado imobiliário do Rio
Matérias
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Prefeitura do Rio leiloa terreno no Leblon com lance mínimo de R$ 29 milhões
20 de julho de 2025, por Ricardo Porto -
Antigo prédio do Chatô na Pedra do Sal vende 90% dos apartamentos no lançamento: R$ 58 milhões
26 de julho de 2024, por Ricardo PortoO Sal Rio Residencial, primeiro projeto de retrofit da região do Porto do Rio, vendeu cerca de 90% das unidades no dia do lançamento, nesta sexta-feira. Foram vendidos mais de 170 unidades, com Valor Geral de Vendas (VGV) total de R$ 58 milhões de VGV.
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Leblon, Ipanema e Lagoa são os bairros mais caros para financiar imóveis no Rio; veja a lista dos 20
19 de agosto de 2025, por Ricardo PortoOs três bairros exigem uma renda mensal acima de R$ 69 mil para aprovação do crédito.
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Apartamentos Compactos x Preconceito: uma resistência à mudança social
29 de janeiro, por Ricardo PortoUm artigo do engenheiro Otávio Grimberg, da SIG Engenharia, critica o discurso contra apartamentos compactos e aponta que a rejeição, vendida como “técnica”, esconde resistência social, em meio a mudanças demográficas e regras do Plano Direto.
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UFRJ quer vender imóveis para fazer reformas e novos prédios nos campi
15 de agosto de 2024, por Ricardo PortoAtolada em dívidas e com o orçamento cada vez mais apertado, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) planeja se desfazer de parte de seu patrimônio imobiliário para recuperar unidades que estão caindo aos pedaços ou com obras inacabadas. A instituição negocia a venda de 11 lajes no Ventura Corporate Towers, um edifício comercial moderno no Centro do Rio. São 16,6 mil metros quadrados num dos pontos mais valorizados da cidade, na Avenida Chile, que estão alugados para empresas. Dois dos andares, no entanto, estão ocupados por parte da Escola de Música, cujos prédios na Lapa estão quase que inabitáveis.
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Escola Carolina Patrício em São Conrado passará a ser empreendimento residencial de R$ 152 milhões
21 de janeiro de 2024, por Ricardo PortoO encerramento das atividades da escola no final de 2022 ocorreu devido à decisão do proprietário da instituição de centralizar as operações nas unidades da Barra da Tijuca.
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O charmoso Humaitá é redescoberto pelo mercado imobiliário
25 de fevereiro de 2024, por Ricardo PortoO sucesso dos lançamentos imobiliários em Botafogo jogou luzes sobre um vizinho discreto que também começa a ser disputado pelas incorporadoras: o Humaitá. O charmoso bairro — que tem casarões antigos e ruazinhas arborizadas, um polo gastronômico e a Cobal, com bares, restaurantes, hortifrúti e supermercado —ganhará três residenciais nos próximos meses. E mais: dois deles darão vida nova a construções antigas cujo destino parecia incerto.
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Centro da cidade volta a pulsar com força renovada
26 de outubro de 2025, por Ricardo PortoProjetos residenciais, valorização crescente e infraestrutura tornam a região vibrante para morar, trabalhar e investir.
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De cachaçaria a prédios históricos como o primeiro cortiço do Brasil, prefeitura do Rio quer vender 324 imóveis
7 de janeiro, por Ricardo PortoFontes do mercado estimam que o caixa municipal possa receber entre R$ 2 bilhões e R$ 2,5 bilhões se todos encontrarem compradores.
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Prefeitura lança programa com incentivos para recuperar imóveis degradados no Centro do Rio
15 de maio de 2025, por Ricardo PortoEm mais um esforço para revitalizar o Centro, a prefeitura lançou, nesta quinta-feira, o Reviver Centro Patrimônio Pró-APAC, programa voltado à requalificação urbana e à recuperação de imóveis degradados localizados na região central da cidade. A iniciativa se insere no mesmo contexto de outras já em andamento — como o próprio Reviver Centro e o Reviver Centro Cultural. A ideia é enfrentar o abandono e a degradação de imóveis, alguns deles de valor histórico cuja situação atual pode representar riscos de desabamento e ameaça o patrimônio cultural. Para isso, o município utilizará mecanismos legais como a desapropriação e a redistribuição fundiária, com o objetivo de transferir esses imóveis, por meio de leilões públicos, a agentes privados, a princípio apenas pessoas jurídicas, que se comprometam com a reforma das construções degradadas.