MRV lança empreendimento em Pilares com suítes e fachada inspirada nos biomas brasileiros

em Diário do Rio / Mercado Imobiliário, 9/junho

MRV lança no Rio o Ritmo de Pilares, empreendimento na Zona Norte com suítes, varandas, áreas privativas e fachada inspirada nos biomas brasileiros

A MRV inicia uma nova fase de empreendimentos no Rio de Janeiro, com projetos que passam a incluir suítes, varandas, áreas privativas e uma proposta visual inspirada nos biomas brasileiros. O primeiro condomínio da companhia no estado a receber esse conceito é o Ritmo de Pilares, na Zona Norte.

O empreendimento terá diferentes configurações de planta, paisagismo adaptado ao contexto local e uma linguagem arquitetônica voltada ao uso cotidiano. A mudança faz parte de uma atualização do portfólio da construtora no Rio, em meio a novas demandas de quem busca imóvel nas grandes cidades.

A inclusão de suítes aparece como um dos pontos centrais dessa nova etapa. Um levantamento da Loft, feito com moradores do Rio de Janeiro no fim de 2024, apontou a suíte entre os itens mais valorizados na escolha de um imóvel na capital. O item foi considerado indispensável por quase 18% dos entrevistados.

“Estamos observando uma mudança clara nas expectativas de quem busca moradia nas capitais. Funcionalidade, qualidade no uso diário e relação com o entorno passaram a ter mais peso na decisão de compra. Por conta desse movimento, evoluímos de uma infraestrutura padrão para tipologias mais completas, com inclusão de suítes, varandas e soluções que refletem um novo momento do mercado. A atualização dos projetos responde diretamente a essa leitura e traduz, em produto, a demanda real do consumidor”, afirma Viviane Sieiro, diretora comercial da MRV&CO no Rio de Janeiro.

Fachada inspirada nos biomas brasileiros

A nova fachada da MRV também integra um movimento nacional de atualização da identidade visual dos empreendimentos da companhia. O conceito foi desenvolvido a partir de pesquisas com clientes e busca aproximar os condomínios de referências naturais brasileiras.

A inspiração vem da Mata Atlântica, do Cerrado, do Pantanal, do Pampa, da Amazônia e da Caatinga. Na prática, os projetos passam a usar paletas de cores mais orgânicas, texturas associadas a elementos naturais e paisagismo com espécies adequadas ao entorno de cada empreendimento.

Segundo Viviane Sieiro, a proposta acompanha um consumidor que hoje considera não apenas localização e metragem, mas também a estética do prédio, a funcionalidade dos espaços e o bem-estar no dia a dia. “As mudanças buscam acompanhar tendências do mercado imobiliário e desenvolver empreendimentos mais conectados ao contexto urbano e às diferentes formas de viver nas cidades atualmente”.


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