Em 2014, na cidade de São Paulo, o Plano Diretor impulsionou o mercado de estúdios e apartamentos compactos ao promover uma política de adensamento urbano em áreas estratégicas, como zonas próximas aos eixos de transporte público.
Ao longo dos anos, isso gerou um aumento de compactos não só em São Paulo, mas também nas grandes capitais. "Até mais que empreendimentos com quatro dormitórios que, aliás, têm minguado em metrópoles como São Paulo", afirma Guilherme Werner, sócio-consultor da Brain Inteligência Estratégica, empresa de consultoria em negócios, com atuação nacional destacada em Mercado Imobiliário. “Só para se ter uma ideia, na capital paulistana, apartamentos de luxo representam de 5% a 10% do mercado, enquanto os compactos compõem de 25% a 33%”, diz.
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